Mina the Hollower: jogo indie estreia desbancando Forza Horizon 6 e 007; conheça
O jogo independente Mina the Hollower mal estreou e já derrubou o império criado por Forza Horizon 6 , 007: First Light e Resident Evil Requiem como os melhores jogos de 2026. Com…

O jogo independente Mina the Hollower mal estreou e já derrubou o império criado por Forza Horizon 6, 007: First Light e Resident Evil Requiem como os melhores jogos de 2026. Com nota 92 na plataforma Metacritic, ele agora senta no trono de título mais aclamado do ano.
Porém, como uma pequena roedora conseguiu desbancar alguns dos maiores nomes da indústria de entretenimento? São vários os fatores que fizeram da obra um verdadeiro sucesso e trouxe de volta o que muitos tentam e não conseguem: a sensação de nostalgia e diversão.
Quer saber mais sobre o novo game da Yacht Club, estúdio também responsável pela franquia Shovel Knight? Nós do Canaltech contamos tudo o que precisa saber antes de dar play por conta própria e descobrir as maravilhas e mistérios de uma ilha amaldiçoada. Confira:
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O que é Mina the Hollower?
Este jogo pertence ao gênero plataforma, com câmera top-down e se inspira bastante nos clássicos títulos da franquia The Legend of Zelda. Como homenagem, ele também segue o estilo antigo e traz gráficos pixelados em 8-bit e cenários interconectados.
A protagonista, Mina, enfrenta inimigos e desvenda os segredos com seu chicote Nightstar, porém pode usar outras armas conforme avança na jornada. Como antigamente, ela se move e ataca apenas em 4 direções: cima, baixo e para as laterais.
Contudo, se você pensa que Mina the Hollower é “mais um” entre várias homenagens ao passado, cometerá um engano. Ainda que independente, ele traz diversos méritos: um mundo aberto grandioso, uma história comovente e ação na medida certa.
Esta característica que tem conquistado a crítica especializada: ele não é outro game pixelado que apela pela nostalgia, mas uma experiência pensada do zero para usar isso na composição de sua essência. Enquanto isso, nas mecânicas e gameplay, ele não fica para trás em nada de várias obras modernas.
O mundo a ser explorado
Enquanto muitos veem na movimentação, combates e gráficos um atrativo, é na ilha amaldiçoada que o game consegue “prender” o público. O lugar conta com diversos cenários diferentes, esconde muitos segredos e pode ser explorado em sua plenitude desde o começo.
Claro que algumas áreas, itens e mistérios poderão ser resolvidos quando obtiver certas habilidades, assim como os The Legend of Zelda no passado. Porém, a liberdade ainda assim é ampla e garante aos jogadores muito tempo para compreender como tudo funciona e como salvar o dia.
Você se recorda de uma época em que medíamos games por quantidade de telas que ele apresentava? Pois é, Mina the Hollower se vangloria de ter mais de 1.200 delas com vários detalhes a se prestar atenção — dos cenários e inimigos até a própria animação de alguns elementos.
De acordo com vários críticos, Mina the Hollower busca em Zelda, Castlevania e até Bloodborne por inspiração, mas consegue fazer da obra algo único e com uma experiência própria. Na prática, ele não é uma “cópia” destes, mas sim usa alguns de seus elementos para trazer a sua visão sobre eles.
A Yacht Club saiu de onde mesmo?
O estúdio que trouxe o game ao mundo é a Yacht Club, que também apresentou o aclamado Shovel Knight em 2014. Mesmo com múltiplos lançamentos relacionados à franquia nos últimos anos, todos foram bem-recebidos e aclamados pelos fãs.
No passado, eles se inspiraram em Super Mario Bros. para dar vida à sua própria franquia. Agora, chegou a vez de buscarem em The Legend of Zelda uma forma de trilhar um caminho inédito na história da desenvolvedora independente.
Em entrevistas antigas, foi demonstrado que, assim como a Rockstar, eles buscam a perfeição. Se Shovel Knight foi um estouro, foi por causa dos esforços e tentativa de se superarem a cada etapa da produção. Pelo visto, o mesmo ocorreu em Mina the Hollower.
O fundador do estúdio, Sean Velasco, inclusive já revelou que o novo título é uma aposta alta deles — caso não faça sucesso, é possível até que as atividades sejam encerradas em definitivo. Para evitar isso, eles “deram a alma” ao projeto e, pelo visto, já rendeu frutos para o trabalho.
Afinal de contas, estar no topo dos games mais bem-avaliados de todo o primeiro semestre de 2026 não é pouca coisa. Principalmente quando vemos aventuras tão incríveis quanto 007 First Light, Forza Horizon 6, Resident Evil Requiem e Pragmata.
Mesmo se ele for superado por outro em algum momento, algo difícil, mas ainda assim possível, com certeza vai figurar entre os 10 melhores do ano e outras listas do gênero. Se contar a sequência de sucessos, também mostra a força da Yacht Club em criar experiências memoráveis, o que hoje em dia é raro.
Os ventos estão a favor
Ao misturar todos estes elementos, Mina the Hollower não desbancou todos os grandes games de 2026 “no papel”. Na prática, ele está em um patamar elevado por tudo o que traz e representa. O estúdio conseguiu unir exploração, nostalgia, dificuldade e charme de forma funcional e divertida.
A principal pergunta não é se você “deve” jogá-lo, mas sim “existem razões para não jogá-lo?”. E a resposta é um grande “não”. O seu lançamento, com localização em português brasileiro, está agendado para amanhã (29), com disponibilidade no PS5, Xbox Series, Switch e PCs. Se aceita uma recomendação, não perca e mergulhe de cabeça na jornada.
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