7 sinais de que o XBOX Game Pass está com os dias contados
O XBOX Game Pass já representou o ápice dos serviços de jogos, uma grande via de mão dupla para jogadores e indústria: se por um lado fornecia a…
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O XBOX Game Pass já representou o ápice dos serviços de jogos, uma grande via de mão dupla para jogadores e indústria: se por um lado fornecia acesso mais barato e amplo, do outro trazia visibilidade e uma sobrevida quando o hype “esfriava”.
Porém, vários problemas começaram a aparecer ao longo dos anos. Seja de estúdios que reclamavam da estratégia da Microsoft, seja de fãs que pagavam mais e jogavam menos, todos começaram a ter problemas.
Com a nova liderança do XBOX, o Game Pass se tornou um grande elefante branco na sala. Os executivos já apontam que o modelo por assinatura está “insustentável”. Porém, muitos ainda acreditam que isso pode ser revertido de algum modo.
A realidade, no entanto, diz outra coisa. Veja todos os 7 sinais de que o serviço da companhia norte-americana está com os dias contados. Veja por conta própria como tudo pode levar a grandes mudanças para todos:
7. Fim do atendimento do ID@XBOX na América Latina
Este parece um sinal pequeno, mas os relatos de que o programa ID@XBOX parou de atender estúdios da América do Sul e Central são alarmantes. Isso quer dizer que centenas de desenvolvedores não conseguirão produzir ou portar seus games para a plataforma.
Em termos simples, a iniciativa investe nestas obras e as traz para um ambiente de maior visibilidade — um deles, claro, é a sua disponibilidade no XBOX Game Pass. Ao abandonar este mercado, eles dão as costas a dezenas de títulos que poderiam compor o catálogo.
É importante levar em consideração que jogos como Palworld, Hollow Knight Silksong e até o Jogo do Ano 2025, Clair Obscur: Expedition 33, contam com o selo. Se o próximo estiver em desenvolvimento no Brasil, Peru, Paraguai ou em outros países vizinhos, ele pode nem chegar ao XBOX.
Você consegue compreender o problema de “sumir” de toda uma região do planeta (justamente quando Asha Sharma, CEO da divisão gaming, prometeu investir em mercados emergentes), que poderia acrescentar bastante ao que chegaria no serviço por assinatura?
6. Não há previsão para o retorno de franquias clássicas
Um dos grandes trunfos do XBOX Game Pass é trazer seus lançamentos para a plataforma, algo que será muito bem alimentado em 2026 com Halo: Campaign Evolved, Gears of War: E-Day e como foi visto em Forza Horizon 6. É o “trio de ouro” da marca, que move toda a comunidade.
Porém, exceto por The Elder Scrolls VI no distante horizonte, o que mais os seus estúdios têm a oferecer em 2 ou 3 anos? Suas grandes franquias vão precisar de, ao menos, mais 6 a 8 anos para apresentarem sequências. Os demais não têm força para “carregar” o catálogo.
Se em 2026 você estará nutrido com games de peso, nos próximos terá uma escassez tremenda. Fable é ótimo, mas serve a um nicho. O eventual retorno de Spyro é positivo, mas talvez faça o público assinar por 1 mês ou 2, no máximo, antes de perceber a falta de grandes novidades.
Lembra do vácuo que existiu dos lançamentos colossais de jogos AAA no XBOX, entre 2017 e 2020? Estamos prestes a ver outro, que pode levar ainda mais tempo — já que desenvolver um game demora mais nesta geração. O Game Pass se sustenta sem eles à vista?
5. Fechamento de estúdios e demissões em massa
No fim da década passada, a Microsoft decidiu comprar diversos estúdios com uma abordagem estratégica: compor a biblioteca de jogos que seriam lançados nos seus planos por assinatura. Eles serviam para gerar fluxo entre os lançamentos grandiosos, das suas maiores franquias.
Porém, com as demissões em massa e fechamento de desenvolvedoras, quem sobrou para contar essa história? Eles fecharam as portas de vários ao longo dos últimos anos, mais recentemente mandaram a Ninja Theory e a Undead Labs para o mercado de estúdios independentes.
Agora, o XBOX Game Pass não contará mais com o mesmo fluxo de títulos. O que sobrou foram estúdios como Halo Studios, The Coalition, Rare, Playground Games e outros que ou estão atribulados ou tiveram projetos grandes cancelados recentemente.
Tudo isso já tem impactado o serviço nos últimos anos e pode ter a certeza absoluta que vai afetar ainda mais no futuro — já que a XBOX prometeu que até 2027 demitirá mais 1.600 funcionários de sua equipe. Sem equipe e jogos, quem pagará o preço será a sua assinatura.
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4. Até mesmo o cuidado tem sido diferente recentemente
Lembra da época em que promessa era dívida? Até Hollow Knight Silksong, quando algo era anunciado, ele chegava de forma adequada. Porém, este “cuidado” todo que existia com a marca e com o público cai cada vez mais e logo isso pode se tornar uma situação longe daquela que consolidaram com o público.
Recentemente, eles revelaram que Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 chegaria ao serviço no dia 21 de julho de 2026, porém subitamente a experiência sumiu da lista de adições. Sem dar motivos ou razões, eles apenas não cumpriram a promessa e deixaram os assinantes no vácuo.
Todos que acompanham o Game Pass desde a sua concepção, lá em 2017, sabem que eles eram extremamente sérios em relação ao que é dito e garantiam que tudo ocorreria da forma como foi planejado. Uma “mancada” dessas chega a assustar, já que não há precedentes.
Óbvio que houve algum problema, porém isso já devia ter sido resolvido pela Microsoft antes de anunciarem a line-up. Agora, ficou ainda mais claro que há um problema interno e que a assinatura deixou de ser prioridade máxima no XBOX.
3. Estagnação do número de assinantes e promessas vazias
Em 2024, os executivos da marca celebravam a marca de mais de 30 milhões de pessoas que pagavam a assinatura. Porém, antes do aumento de preço e debandada do público, este número continuava o mesmo. Não tinha se movido para lugar algum, o que é preocupante.
O XBOX Game Pass atingiu um teto, no qual não conseguiu encontrar uma saída para subir ainda mais. Além disso, após o acréscimo nos valores pagos, viu uma queda expressiva que só voltou a se estabilizar recentemente. Porém, sem qualquer sinal de que quebrará barreiras.
Na prática, sem números maiores, a plataforma passa a não apresentar lucro o suficiente para os executivos e investidores — o que pode provocar questões e um possível sucateamento do seu conceito. Se não dá mais dinheiro, terão de gastar menos para garantir que suas contas bancárias encham.
Para completar, após anos estagnados em 30 milhões, Asha Sharma promete que daqui a algum tempo eles conseguirão a quantidade absurda de 1 bilhão de pessoas diariamente no ecossistema XBOX. Isso seria mais de 30 vezes a quantidade atual e representaria ⅛ da população da Terra.
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2. Fim dos grandes lançamentos exclusivos “Day One”
O anúncio de que Call of Duty: Modern Warfare 4 não será um lançamento “Day One” no Game Pass é um sinal bem grave de que a fórmula não funciona mais para eles. Se algum título for tão grande quanto o atual COD, os consumidores já sabem que ele não será incluído do mesmo modo.
Em outras palavras, se eles visualizarem que um jogo rende mais para o XBOX nas vendas do que em novos assinantes, o lado que escolherão é claro. Para justificar os altos investimentos e ter um retorno financeiro imediato, com certeza a sua preferência será disponibilizar cada vez menos AAA no serviço.
A assinatura passou a não ter o mesmo valor para a Microsoft nos últimos anos, mesmo com todos seus games e de fortes estúdios parceiros — como a SEGA, Electronic Arts e outras produtoras de renome do mercado. Se não fecha a conta, algo mudará de forma significativa.
Um dos maiores sinais de que o Game Pass está com os dias contados é quando a XBOX, que é dona de vários estúdios, não disponibiliza suas próprias experiências dentro da plataforma proprietária. Não vale para eles e passará a não valer também para os assinantes.
1. Líderes do XBOX assumem que ele impacta vendas
De forma complementar, vazamentos já indicam que os executivos da companhia já visualizaram os prejuízos que a assinatura traz aos negócios. Em resumo, eles acreditam que seus jogos passarão a vender mais quando forem removidos do serviço.
A lógica é simples: se um game custa US$ 40, para que o público pagará este valor se pode tê-lo em torno de US$ 15, US$ 20 — junto ao amplo catálogo, que permitirá jogar mais coisas por um preço mais baixo?
O resultado disso é que se cinco pessoas comprarem um game nessa faixa, elas gastam US$ 200. Se estas mesmas assinarem o Game Pass, seria no máximo US$ 100 para jogar esse e muitos outros. 100% de diferença. Agora multiplique por milhões de assinantes e centenas de títulos, simultaneamente.
Eles querem mudar, mas como não é um processo veloz e já fizeram promessas para a chegada de mais ao catálogo, isso exigirá tempo para não gerar fúria dos jogadores. Porém, o serviço como você o conhecia pode não existir mais no futuro.
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O futuro do XBOX Game Pass é sombrio
Os dias da assinatura da Microsoft estão contados, mas isso não significa que ela vai acabar em definitivo. É um ótimo ecossistema e que, por bem ou por mal, inibiu muito da pirataria que existia entre os jogadores.
Porém, o formato atual não existirá mais em um breve futuro. Todos esses sinais apontam para mudanças expressivas, que devem ocorrer em questão de meses ou até um ano. Eles são:
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Líderes do XBOX assumem que ele impacta vendas
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Fim dos grandes lançamentos exclusivos “Day One”
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Estagnação do número de assinantes e promessas vazias
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Até mesmo o cuidado tem sido diferente recentemente
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Fechamento de estúdios e demissões em massa
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Não há previsão para o retorno de franquias clássicas
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Fim do atendimento do ID@XBOX na América Latina
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