Após quase 10 anos, eShop finalmente roda bem no Nintendo Switch
Desde que o Nintendo Switch foi lançado em março de 2017, seu eShop se tornou infame por exigir paciência e ser um tanto lento de navegar. No entanto , essa história parece ter ch…

Desde que o Nintendo Switch foi lançado em março de 2017, seu eShop se tornou infame por exigir paciência e ser um tanto lento de navegar. No entanto, essa história parece ter chegado ao fim na última segunda-feira (15), conforme um novo firmware chegou ao console híbrido.
Diversos relatos nas redes sociais afirmam que, após a versão 22.5.0 ser instalada, o antigo hardware não tem mais problemas em navegar por sua loja digital. Oficialmente, a Nintendo afirmou somente que fez “mudanças de layout”, sem mencionar os ganhos evidentes de desempenho.
Quem acessar o eShop no Nintendo Switch original agora também vai poder conferir o novo Modo Escuro do espaço. Assim, quem ainda mantém o antigo console deve ter menos dores de cabeça ao adquirir novos conteúdos, buscar por promoções ou adquirir conteúdos adicionais.
Por que o eShop melhorou no Nintendo Switch?
As melhorias de desempenho podem ser exploradas pelo fato de que a Nintendo mudou completamente a maneira como o eShop funcionava. Em sua versão original para o Nintendo Switch, a loja digital funcionava essencialmente como uma página da internet, cuja navegação era bastante lenta.
Já após o update lançado esta semana, ela passa a se comportar como um aplicativo feito de forma nativa para o hardware. Nesse sentido, a solução se aproxima de algo que a empresa já havia feito para o Switch 2, que nunca apresentou os problemas de lentidão de seu antecessor.

A nova versão continua se conectando a servidores da Nintendo, mas consegue carregar seus conteúdos com uma velocidade bem maior. Dado que o Switch original já vendeu mais de 155 milhões de unidades ao redor do mundo, a fabricante tem motivos de sobra para manter sua comunidade ativa satisfeita.
A atualização também trouxe novos recursos de segurança para o eShop. Após ela ser aplicada, os consumidores podem definir códigos PIN como uma forma de impedir compras acidentais ou não permitidas de conteúdos usando os métodos de pagamento que foram salvos pelo sistema.
Fonte: VGC
