Tecnologiatecnoblog.net08/05/2026
Apple e Intel teriam chegado a acordo para fabricação de chips, diz jornal
A Apple e a Intel teriam chegado a um acordo preliminar para que a fabricante de chips manufature componentes a serem empregados em produtos da marca da maçã. As informações for...

A Apple e a Intel teriam chegado a um acordo preliminar para que a fabricante de chips manufature componentes a serem empregados em produtos da marca da maçã. As informações foram obtidas pelo Wall Street Journal junto a pessoas a par do assunto.
Notícias semelhantes correram no início da semana. Na terça-feira (05/05), a Bloomberg publicou que a Apple estaria negociando com Intel e também com a Samsung para fabricar chips para aparelhos nos Estados Unidos. Procuradas pelo WSJ, Apple e Intel não quiseram comentar o assunto.
Atualmente, a Apple tem um arranjo desse tipo com a Taiwan Semiconductor Manufacturing Co., mais conhecida como TSMC. Essa empresa tem uma capacidade de manufatura muito maior do que a das principais concorrentes no segmento, Samsung e Intel.
No entanto, a Apple não é a única cliente da TSMC, competindo com a Nvidia pela capacidade de produção da companhia taiwanesa. O boom da inteligência artificial e a rápida expansão de data centers representam um gargalo na cadeia de suprimentos da Apple.
Tim Cook, CEO da Apple, afirmou, em chamada com investidores realizada na última sexta-feira (01/05), que “o Mac Mini e o Mac Studio devem levar vários meses até atingir o equilíbrio entre a oferta e a demanda”. Nas últimas conferências, o executivo disse que a empresa não tem conseguido atender à demanda por iPhones por causa da baixa disponibilidade de chips avançados.
Segundo o WSJ, o secretário de comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, se encontrou diversas vezes com executivos da Apple, incluindo Cook, para convencê-los a fazer negócios com a Intel.
Em agosto de 2025, o governo de Donald Trump fez um acordo com a Intel para converter US$ 8,87 bilhões em subsídios em 9,9% das ações da empresa, transformando os EUA em um dos principais acionistas da companhia, ainda que sem direito a voto.
Com informações do Wall Street Journal e do MacRumors
