Asha Sharma jogou The Elder Scrolls 6 em meio a protestos na Bethesda
Na última terça-feira (11), Asha Sharma, atual líder do Xbox, visitou a Bethesda para fazer algo com que muitos fãs do estúdio sonham: jogar The Elder Scrolls 6 . A ação foi comen…

Na última terça-feira (11), Asha Sharma, atual líder do Xbox, visitou a Bethesda para fazer algo com que muitos fãs do estúdio sonham: jogar The Elder Scrolls 6. A ação foi comentada pela executiva em seu perfil pessoal no X/Twitter, no qual ela elogiou o trabalho feito no RPG.
“A escala e a grandeza são incríveis. A história é ainda melhor”, afirmou a executiva. Enquanto seus comentários não foram os mais profundos ou detalhados, ainda assim eles foram suficientes para animar muitos jogadores, que estavam ansiosos para descobrir mais sobre o jogo.
De concreto, o que sabemos é que The Elder Scrolls 6 não somente existe, como progrediu a um nível em que pode ser jogado e já tem trechos de história implementados. No entanto, ainda não está claro a que nível o projeto chegou e quanto tempo vamos ter que esperar para ver mais sobre ele ou saber sua data de lançamento.
Jogatina de The Elder Scrolls 6 foi acompanhada por protestos
Enquanto Sharma compartilhou suas impressões sobre The Elder Scrolls 6, ela não comentou sobre a recepção que teve nos escritórios da Bethesda. Um grupo de funcionários nos escritórios da empresa em Rocville, Maryland, aproveitou a ocasião para fazer um grande protesto.
Com apoio do sindicato CWA Union, eles fixaram 800 bandeiras vermelhas nos gramados do local. Cada uma delas simboliza um funcionário da casa que perdeu seu trabalho após o grande “reset” do Xbox que a liderança da Microsoft vem promovendo — dando sequência assim a decisões semelhantes da gestão anterior.
Os desenvolvedores de The Elder Scrolls 6 e de outros games também colocaram um grande rato inflável nos gramados, que foi batido de “Scabby”. A criatura costuma ser usado em vários protestos trabalhistas que acontecem nos Estados Unidos como uma forma de chamar a atenção.
“Estamos nos mobilizando para reagir a essas demissões. Não apenas para garantir que os desenvolvedores e testadores de Xbox afetados recebam um tratamento justo, mas também para lembrar à nossa empresa e aos estúdios de jogos de toda parte que demissões como essas não podem continuar”, afirma Nathan Hahn, um dos líderes do Bethesda Games Studios Union. Até o momento, tanto Sharma quanto a Microsoft se mantiveram em silêncio sobre os protestos.
