Bateria do smartwatch durando pouco? 5 funções inúteis para desligar
Se a bateria do seu smartwatch está acabando antes do fim do dia, talvez não seja necessário trocar de relógio. Alguns recursos ficam funcionando const…
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Se a bateria do seu smartwatch está acabando antes do fim do dia, talvez não seja necessário trocar de relógio. Alguns recursos ficam funcionando constantemente em segundo plano e podem consumir uma quantidade significativa de energia, mesmo quando não são essenciais para a rotina.
A economia depende do modelo e da forma como cada pessoa utiliza o relógio, mas algumas funções são especialmente interessantes para revisar. Confira o que pode ser desativado sem comprometer a utilidade do seu relógio:
1. Monitoramento contínuo de estresse
O acompanhamento de estresse pode utilizar sensores do smartwatch repetidamente para estimar alterações relacionadas ao estado do organismo. Para quem não consulta essas informações com frequência, manter a leitura automática ativada pode representar um consumo desnecessário.
Nas configurações de saúde ou bem-estar do relógio, procure por opções relacionadas a monitoramento de estresse, frequência das medições ou leitura contínua. Em vez do acompanhamento permanente, alguns modelos permitem realizar uma medição manual quando o usuário quiser.
2. Always-on Display
O Always-on Display, ou tela sempre ligada, é um dos recursos mais óbvios quando o objetivo é economizar bateria. Ele mantém informações básicas visíveis mesmo quando o relógio não está sendo utilizado.
Embora seja conveniente para conferir o horário rapidamente, a função exige que a tela permaneça parcialmente ativa durante boa parte do dia. Desligá-la permite que o display fique apagado quando o pulso estiver abaixado ou quando o relógio não estiver em uso.
3. GPS sempre ativo
O GPS é importante durante corridas, caminhadas e outras atividades ao ar livre, mas não precisa permanecer funcionando continuamente. Se o smartwatch estiver configurado para manter a localização ativa mesmo quando não há exercício sendo registrado, vale revisar essa opção.
Sempre que possível, deixe o GPS ser ativado apenas quando você for realmente utilizá-lo. Isso ajuda a evitar um gasto de energia que não traz benefício durante o restante do dia.
4. Notificações em excesso
Receber dezenas de alertas no pulso também pode afetar a autonomia. Cada vibração e ativação da tela representa um pequeno consumo que se acumula ao longo do dia.
Por isso, vale acessar o aplicativo do smartwatch no celular e desativar notificações de aplicativos pouco importantes. Mensagens e chamadas podem continuar liberadas, enquanto redes sociais, jogos e outros apps podem ser bloqueados.
5. Conexões que não são necessárias
Bluetooth, Wi-Fi e outras conexões fazem parte do funcionamento normal de muitos smartwatches, mas algumas configurações podem manter recursos ativos quando eles não são necessários.
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Antes de desativar qualquer conexão essencial ao funcionamento do relógio, verifique as opções disponíveis no modelo. A ideia não é desligar recursos indiscriminadamente, mas eliminar aquilo que permanece ativo sem utilidade prática.
Um exemplo: se o seu relógio fica conectado ao smartphone via Bluetooth, ele vai utilizar a conexão do próprio celular, então não é necessário manter o Wi-Fi ligado. Caso você tenha um chip dedicado ao próprio relógio, ele possui conexão “independente” e não precisa ficar ligado ao telefone via Bluetooth.
Se mesmo com essas mudanças a autonomia continuar muito abaixo do esperado, o problema pode estar relacionado ao desgaste natural da bateria, algo natural após vários anos de uso. Nesse caso, vale verificar a possibilidade de substituir o relógio.
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