Com o fim de Destiny 2, Bungie pode perder até 50% de suas equipes
Apesar de o último update de Destiny 2 ter atraído várias pessoas de volta e aumentado consideravelmente as receitas geradas por ele, a Sony não vai voltar atrás de sua decisão de…

Apesar de o último update de Destiny 2 ter atraído várias pessoas de volta e aumentado consideravelmente as receitas geradas por ele, a Sony não vai voltar atrás de sua decisão de encerrar o jogo. E, com isso, a corporação já prepara uma grande demissão de funcionários da Bungie, que pode perder até 50% de suas equipes.
Dado que cerca de 800 pessoas trabalham para a desenvolvedora no momento atual — isso após ela passar por várias rodadas de cortes anteriores —, 400 profissionais devem ficar sem empregos em breve. A informação parte do jornalista Sylvain Trinel, que afirma que a decisão também está ligada ao sucesso modesto de Marathon.

Como o jogo mais recente da Bungie não atraiu a atenção esperada, não faz sentido manter uma equipe gigantesca dedicada a suas atualizações. Enquanto partes dos criadores de Destiny 2 devem ser realocados para o projeto, o restante deles vai deixar de ter funções dentro da estrutura da Sony.
Destiny 2 realmente é o fim da série
Apesar de o fim de Destiny 2 ter gerado um interesse renovado pela série, uma continuação da franquia não faz parte dos planos da Bungie ou da Sony. Além de o jogo atual estar em declínio há anos, as empresas consideram muito arriscado dedicar centenas de milhões de dólares a uma sequência que pode não trazer os retornos esperados.
Assim, a franquia deve ser colocada na geladeira, com grandes chances de nunca mais retornar. Desde que o estúdio foi adquirido, a percepção pública de seu trabalho e até mesmo a forma como a Sony o trata publicamente mudaram muito — e não para melhorar.

Na época de sua aquisição, Destiny 2 era visto como um exemplo de jogo como serviço que conseguia se manter atualizado e tinha uma grande retenção de público. Assim, a Bungie era vista como uma referência da área e uma peça estratégia para a empreitada do PlayStation no universo dos live services.
Anos depois, o estúdio é encarado como um investimento precipitado que não entregou os resultados esperados. E, caso Marathon não consiga aumentar seus números nos próximos meses, há bons motivos para acreditar que novas rodadas de demissões podem acontecer no futuro.
Fonte: WCCFTech
