Equipe brasileira desbloqueia leitura da temperatura de cada chip de memória GDDR6 e GDDR6X das GPUs NVIDIA
A equipe de Paulo Gomes , o orgulho do povo brasileiro, identificou (mais uma vez) um método para acessa r dados de temperatura de módulos de memória individuais em GPUs NVIDIA de…

A equipe de Paulo Gomes, o orgulho do povo brasileiro, identificou (mais uma vez) um método para acessar dados de temperatura de módulos de memória individuais em GPUs NVIDIA de múltiplas gerações.
A descoberta, revelada após a divulgação recente da temperatura de hotspot nas GPUs RTX 50, permite leituras por canal de memória, substituindo o valor único e genérico exibido até então por softwares de monitoramento.
O acesso aos sensores funciona atualmente com GPUs mobile equipadas com memória GDDR6 e com placas de desktop das séries GeForce RTX 30 e RTX 40 que utilizam GDDR6X. As mesmas leituras ainda não foram habilitadas para placas de desktop com GDDR6 e GDDR7.
O que os sensores individuais revelam sobre a temperatura da memória
O sistema lê os termômetros da placa de vídeo direto por um mapa de memória virtual (MMIO). Isso permite descobrir a temperatura exata de cada pista de memória e apontar qual chip físico ao redor do processador gráfico está esquentando
Canais desabilitados ou indisponíveis em uma configuração específica também são detectados pela ferramenta.
Paulo Gomes detalhou o achado ao afirmar que encontraram sensores de temperatura individuais em cada módulo de memória, algo que a NVIDIA nunca tornou público.
Ele enfatizou que a temperatura de cada chip é lida separadamente, sem médias ou valores genéricos. A equipe também constatou que o valor informado pelos softwares sempre correspondeu à temperatura de hotspot, nunca a uma média.

Como a temperatura era reportada antes da descoberta
Aplicativos como o GPU-Z já exibem um valor de temperatura da memória. Segundo a equipe, esse número representa a leitura mais alta disponível entre os sensores, e não a média de todos os módulos.
Testes conduzidos em uma GeForce RTX 3080 mostraram um canal atingindo 86°C enquanto as demais leituras permaneciam em patamares inferiores.

Aplicações práticas e diagnóstico de falhas
Leituras individualizadas podem expor contato irregular com o Thermal Pad ou um módulo de memória operando em temperatura mais elevada que os demais.
O diagnóstico de travamentos causados por um único módulo de memória deixa de depender exclusivamente da temperatura mais alta reportada.
Suporte a GDDR7 e dificuldades para distribuição pública
Conforme mencionado acima, a mesma equipe já havia demonstrado acesso a dados ocultos de temperatura de hotspot nas GPUs GeForce RTX série 50.
O plano é fornecer as descobertas sobre os sensores de memória a desenvolvedores de ferramentas de monitoramento de hardware.
O suporte a GDDR7, usado na atual geração de GPUs da NVIDIA, segue em estudo.
Uma ferramenta pública pode exigir um driver MMIO não assinado, abrindo a possibilidade de bloqueio pelo Windows Defender.
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NVIDIA não comenta os sensores descobertos
A NVIDIA foi procurada pela mídia internacional para se manifestar sobre a questão da temperatura de hotspot; contudo, até o momento da publicação desta matéria, não respondeu à solicitação.
O silêncio do Time Verde sobre as leituras de sensores recém-descobertas, conforme já observado anteriormente, não auxilia usuários nem desenvolvedores de software de monitoramento.
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Fonte: VideoCardZ
