SK hynix começa a produzir LPDDR6 em massa no segundo semestre, depois do esperado
A SK hynix deve começar a produção em massa de seus módulos LPDDR6 de memórias no segundo semestre de 2026, o que conta o mês de julho ainda. A informação vem do jornal sul-corean…

A SK hynix deve começar a produção em massa de seus módulos LPDDR6 de memórias no segundo semestre de 2026, o que conta o mês de julho ainda. A informação vem do jornal sul-coreano Herald, que indica um pequeno atraso em relação ao que rumores iniciais apontavam, esperando que a produção em larga escala tivesse início ainda na primeira metade do ano.
Ainda não temos muitos detalhes oficiais a respeito da nova geração de memórias da SK hynix para dispositivos compactos. Rumores anteriores falavam de velocidades chegando em 14,4Gbps, ou 10,7Gbps em testes internos da companhia, mas vai ser a implementação desses componentes na prática que vai mostrar a qualidade do LPDDR6 da empresa.

As memórias serão fabricadas em 10nm, no processo de sexta geração da companhia, conhecido como 1c. A princípio, cada módulo LPDDR6 vai oferecer 16Gb de capacidade, definindo o que podemos esperar de futuros celulares e alguns notebooks e mini PCs especialmente pequenos.
Entre as vantagens listadas para memórias LPDDR6, incrementos em velocidade e densidade obviamente são esperados. Mas é na eficiência energética que essa geração pode se destacar, trazendo ganhos de até 20% em relação à geração anterior.
Gigantes da memória apostam corrida em todos os segmentos
A SK hynix pode chegar ao status de produção em massa depois do previamente esperado para componentes LPDDR6, mas parece que a empresa ainda tem a chance de sair na frente de sua principal rival, a conterrânea Samsung.

As duas companhias competem pela posição de fornecedoras de componentes de memórias para as maiores empresas do mundo, não apenas em módulos LPDDR6, mas também DRAM e NAND. A disputa para oferecer os módulos HBM mais avançados tem se mostrado especialmente aquecida, uma vez que são os componentes preferidos pelos aceleradores da IA generativa.
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Ainda assim, o mercado mobile não pode ser ignorado, principalmente num momento em que dispositivos também vão passar a requerer mais memória, conforme ferramentas baseadas em LLMs também já começaram a alcançar os smartphones.
Via: TechPowerUp
