Sucesso de Battlefield 6 rendeu demissões para equipes e bônus para executivos da EA
Lançado no dia 10 de outubro de 2025, Battlefield 6 se provou um dos jogos mais vendidos do ano passado, graças a uma estreia repleta de elogios do público e da crítica. Enquanto…

Lançado no dia 10 de outubro de 2025, Battlefield 6 se provou um dos jogos mais vendidos do ano passado, graças a uma estreia repleta de elogios do público e da crítica. Enquanto o sucesso do game não impediu que muitos dos que trabalhavam nele fossem demitidos, o CEO da Electronic Arts ganhou um bônus financeiro generoso por conta disso.
Segundo registros financeiros que a companhia foi obrigada a compartilhar publicamente, Andrew Wilson recebeu US$ 38,69 milhões em ações e bônus adicionais como resultado do sucesso do shooter. Esse é um valor consideravelmente maior do que os US$ 30,5 milhões que ele havia recebido no ano de 2025 — em 2024, seus pagamentos foram de US$ 25,6 milhões.
Em seus documentos legais, a Electronic Arts deixa claro que o sucesso de Battlefield 6 liderou um ano de grandes receitas. A empresa afirma que o título atingiu todos os seus objetivos de qualidade e vendas, e que EA Sports FC também se recuperou de um período de queda, aumentando seu engajamento em diversas regiões.
Battlefield 6 liderou um ótimo ano para a Electronic Arts
A empresa também afirmou que o jogo free to play skate. conseguiu superar suas metas de engajamento, enquanto EA Sports American Football atingiu suas expectativas de vendas — mas não todos os objetivos definidos pela publicadora. O relatório mostra que a Electronic Arts também iniciou uma estratégia “audaciosa” de implementar soluções de inteligência artificial em suas operações.

A empresa afirma que estabeleceu parceiras estratégicas na área e iniciou um sistema de investimentos em inteligência artificial generativa para avançar “pesquisas, expansões e eficiências” entre suas equipes. No entanto, elas não parecem estar ligadas com as demissões que afetaram as equipes de Battlefield 6.
Em março deste ano, a Electronic Arts decidiu fazer cortes em estúdios como Criterion, DICE, Ripple Effect e Motive Studios para “realinhar expectativas”. Na época, ela também se disse comprometida com o futuro da franquia e em entregar diversas atualizações para a versão mais recente.

Além de Andrew Wilson, outros executivos da empresa também receberam bônus generosos. Entre eles está o chefe financeiro Stuart Canfield (US$ 11,3 milhões), a presidente Laura Miele (US$ 13,7 milhões), a chefe de pessoal Mala Singh (US$ 8,3 milhões) e o chefe legal Jacob Schatz (US$ 8,4 milhões).
Fonte: Eurogamer
