PlayStation vai acabar com games em mídia física em 2028
Enquanto muitos fãs da Rockstar Games lamentam a decisão da empresa de não lançar GTA 6 em mídia física , donos do PlayStation vão ter que se acostumar com isso virando um padrão…

Enquanto muitos fãs da Rockstar Games lamentam a decisão da empresa de não lançar GTA 6 em mídia física, donos do PlayStation vão ter que se acostumar com isso virando um padrão do console. Nesta quarta-feira (1º), a Sony confirmou que, a partir de janeiro de 2028, não vai mais vender jogos novos em formato físico.
Segundo a empresa, a partir dessa data haverá duas maneiras de adquirir conteúdo para o PS5 — ou para qualquer outro hardware futuro. A primeira é comprando novos jogos diretamente na PSN, enquanto a segunda vai ser através de lojas tradicionais — que só vão oferecer códigos para resgate.

A PlayStation afirma que a mudança não vai afetar jogos que já foram lançados, tampouco aqueles que chegam às lojas antes do prazo estipulado. No entanto, a partir do momento em que janeiro de 2028 chegar, qualquer disco deve virar uma exceção e, provavelmente, item de edições de colecionador limitadas.
Por que a PlayStation vai parar de fabricar mídias físicas?
Em seu anúncio, a PlayStation afirmou que tomou a decisão após estudar cuidadosamente os comportamentos do público. Segundo ela, a maioria dos consumidores já tem preferência por adquirir conteúdos digitais, e fazia sentido para ela “se alinhar melhor” com eles.
“Vamos continuar a priorizar nossos recursos para impulsionar a inovação na forma como os jogadores acessam os jogos e oferecer opções sobre onde preferem adquiri-los, seja em lojas físicas ou na PSN”, declarou a corporação. “Seguimos comprometidos em proporcionar uma experiência de jogo de alto nível para nossos fãs e agradecemos pelo apoio contínuo”.
Segundo dados divulgados em abril deste ano pela PlayStation, 78% de suas vendas de games já acontecem através do meio digital. Ao mesmo tempo que isso traz conveniência para o público, o fim das mídias físicas não é nada positivo em um momento no qual custos de armazenamento sobrem rapidamente.

Também não ajuda o argumento da empresa o fato de ela ter demonstrado recentemente que pode facilmente revogar licenças digitais. No final de junho, ela confirmou que vai remover 551 filmes de catálogo, e quem pagou por eles no passado não vai mais ter como acessá-los a partir de setembro deste ano.
